domingo, 23 de setembro de 2012

Oslo



Saímos de Copenhagen no final do dia 19/08/2012, na direção de Oslo. Foi o início do cruzeiro.
Malas desfeitas, roupas no armário, passeio pelo navio, jantar muito bem servido, show no teatro e sono gostoso, no doce balanço do mar.
Conforto total.
Café da manhã e já estávamos ancorados em Oslo.
Oslo fica à beira de uma baía imensa, dentro do fiorde de Oslo.
Chegamos com chuva, e tivemos que alterar nossa programação.
A ideia era primeiro visitar a Fortaleza Akersus, uma fortaleza de mais de 700 anos, que fica bem na frente do terminal de cruzeiros. Iríamos andando até ela, mas acabamos conhecendo só de longe.

Fotos da Fortaleza, tiradas do navio.


Como a chuva aumentou bastante, na hora em que descemos do navio resolvemos pegar um dos ônibus turísticos (Hop on - Hop off), que estavam no porto aguardando os visitantes.
Fomos direto para o Frognerparken, onde fica o Parque Vigeland, parque enorme, e lindo, que tem 212 esculturas em granito e bronze do artista norueguês Gustav Vigeland.
As esculturas representam fases e fatos da existência, tais como a infância, a juventude, o namoro, a maternidade, a paternidade, o trabalho, a disputa, a solidariedade ... A vida.

                                             Entrada do Parque.
Foto da web (Minube)

Gustav Vigeland



                                              Começamos o passeio com chuva.


                                        Anda-se pelo caminho ladeado por esculturas.


No final desse caminho, no centro, escultura com 14 metros de altura, feita a partir de um único bloco de granito, contendo 121 corpos entrelaçados.




As esculturas espalhadas pelo parque representam fases e fatos da existência, tais como a infância, a juventude, o namoro, a maternidade, a paternidade, o trabalho, a disputa, a solidariedade ... 
A vida.





                                            Área verde imensa, com muitas flores.






                       Entre tantas esculturas maravilhosas, foi difícil a escolha para as fotos.



                                            E aqui, quase uma repetição da escultura.


Do parque, fomos para o Museu Viking (Vikingskiphuset), ponto de destaque em Oslo. 


                                       Parte externa do Museu.


O museu preserva três embarcações vikings originais (Oserberg, Gokstadskipet e Tuneskipet), e vários objetos dos exploradores nórdicos. Os barcos, que serviam de esquife, estiveram enterrados por séculos. 
O mais impressionante deles é o Oseberg, construído no século IX e que tem aproximadamente 20 metros de comprimento. Foi encontrado tendo no seu interior vários objetos mortuários e corpos, entre os quais um que se supõe ser de uma rainha.
Barcos e objetos dos anos 800, 900!
Senti, no Museu Viking, uma atmosfera de intenso e silencioso respeito.


                                                                  Barco Oserberg





                                               Acima, barco Gokstadskipet.



                             
                              Barco Tuneskipet, preservado na forma como encontrado.



No museu estão trenós de madeira, cheios de detalhes, também encontrados em escavamentos.




Terminada a visita tomamos novamente o ônibus (hop on - hop off) e seguimos para a Prefeitura (Radhuset), um prédio de tijolinhos aparentes, com duas torres altas.



Entra-se por essa porta e chega-se ao saguão.


O saguão da Prefeitura de Oslo é enorme e muito bonito, com afrescos gigantes de Alf Rolfsen representando fatos históricos e culturais da Noruega.






Saímos da Prefeitura e, como a chuva tinha dado uma trégua, fomos andar um pouco pelo centro da cidade.
Depois de poucos passos chegamos à praça onde está o Teatro Nacional, inaugurado em 1899. Na sua frente duas estátuas, uma de Ibsen, grande dramaturgo norueguês.







                               Muito florido e agradável o jardim da Praça do Teatro Nacional.

                     



                                                 Fonte na Praça do Teatro Nacional



Estátua ao lado do Teatro Nacional.
E com esse passeio terminamos nosso roteiro em Oslo, cidade organizada, considerada como uma das que tem melhor qualidade de vida no mundo, mas também a mais cara.
Pudemos ter uma ideia dos preços altíssimos num lanche simples que fizemos numa cafeteria atrás da praça do Teatro Nacional.
Nossa ida à Galeria Nacional, onde se encontra "O Grito" de Edvard Munch ficou prejudicada pelo dia. 2ª feira o museu fica fechado.

Voltamos para o navio e seguimos viagem.
Quando o Emerald Princess deixava Oslo, consegui essas fotos, no final de um dia chuvoso.




                          Prédio da Prefeitura visto por trás, com seu relógio em uma das torres.




                                          Muitos barcos, muitos veleiros.


Só vi essas "pontes" de longe. Me pareceram passagens só para pedestres. Essa primeira permite a passagem de pessoas para esse prédio com formato de barco.





Não sei que prédio é esse das três últimas fotos. Achei que poderia ser o Teatro de Ópera de Oslo, mas pesquisando, conforme foto abaixo (da Wikipédia) não pude confirmar.



(Com exceção dessa última foto, e a dos portões do Parque Vigeland, todas as fotos são nossas).